domingo, 18 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Fragmentos
Quando morrer, não quero ser calcada pelos Deuses. Quero ser salva, libertar-me da morte.
Não quero ser uma flor dentro de um jarro.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Goodbye?
Just how
How many times
How many times have I sat right here and seen that skyline at twilight
And told myself I'm gonna be alright
But at the last light after saying goodbye
You can't rest at night inside your head
Yeah at that last light after sayin'goodbye
It's such a sad sight cause of what we said
Now just how
How many times
How many times have I sat right here
And again that skyline
And again that twilight
And again tell myself i'm gonna be alright
But at that last light after saying goodbye
You can't rest at night inside your head
yeah at that last light after sayin' goodbye
It's such a sad sight cause of what we said
Goodbye
How many times
How many times have I sat right here and seen that skyline at twilight
And told myself I'm gonna be alright
But at the last light after saying goodbye
You can't rest at night inside your head
Yeah at that last light after sayin'goodbye
It's such a sad sight cause of what we said
Now just how
How many times
How many times have I sat right here
And again that skyline
And again that twilight
And again tell myself i'm gonna be alright
But at that last light after saying goodbye
You can't rest at night inside your head
yeah at that last light after sayin' goodbye
It's such a sad sight cause of what we said
Goodbye
Grandaddy
domingo, 7 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
ainda pode descer
estive há dez minutos atrás da varanda
do meu quinto andar,
a observar a cúpula invisível entre o
céu e o enorme lego de betão
e a sentir-me um inquilino passageiro
desta pensão de uma estrela
perdida na imensa cidade negra a que
damos o nome de universo.
curiosamente parece que é o único
sítio que temos para passar a longa
noite que nos espera.
e é aí que eu saio para apanhar a
frequência.
como que a comer um ponto
e a cagar um verso
no meu prisma, a encaixar,
provavelmente no de outros feito um
filósofo de merda.
mas a vida é isso mesmo, um monte de
gente a fazer de conta que se entende
e ninguém sabe dizer o que viveu.
e por isso nos pedem que caminhemos
alegres para o precipício, sem
questionar,
porque estaremos sempre longe. mas
longe rapidamente fica perto
e perto rapidamente passa por nós. eu
não quero mandar-te para baixo,
mas eu sei que me entendes, tu também
tens medo de morrer,
toda a gente tem. só que normalmente
evocamos nomes de problemas
para nos convencermos que estamos
ocupados a resolver uma situação
importante
quando não tem importância nenhuma.
entretanto o tapete rola
e nós irritamo-nos com a
inevitabilidade, e nos nossos sonhos
dizemos:
-torna-me imortal! torna-me imortal!
eu não vou aguentar deixar de existir!
e é aí que eu entro para sair da
frequência, seduzir-te com os meus
sonhos,
tu não vês como empreendo? e como eu
mais um milhão de sonhadores leva com
ele muitos braços de outros,
acéfalos, na lotaria dos ideais,
descrentes, beijando o número do
bilhete.
mas quero dizer-te que a viagem é tua,
e eu não quero empurrar-te à força para a rua.
se eu falhar eu vou passar de deus a
carrasco, embalsamado e metido dentro
de um frasco,
para te lembrares da mentira, mas a
verdade é que ganhamos sempre.
do meu quinto andar,
a observar a cúpula invisível entre o
céu e o enorme lego de betão
e a sentir-me um inquilino passageiro
desta pensão de uma estrela
perdida na imensa cidade negra a que
damos o nome de universo.
curiosamente parece que é o único
sítio que temos para passar a longa
noite que nos espera.
e é aí que eu saio para apanhar a
frequência.
como que a comer um ponto
e a cagar um verso
no meu prisma, a encaixar,
provavelmente no de outros feito um
filósofo de merda.
mas a vida é isso mesmo, um monte de
gente a fazer de conta que se entende
e ninguém sabe dizer o que viveu.
e por isso nos pedem que caminhemos
alegres para o precipício, sem
questionar,
porque estaremos sempre longe. mas
longe rapidamente fica perto
e perto rapidamente passa por nós. eu
não quero mandar-te para baixo,
mas eu sei que me entendes, tu também
tens medo de morrer,
toda a gente tem. só que normalmente
evocamos nomes de problemas
para nos convencermos que estamos
ocupados a resolver uma situação
importante
quando não tem importância nenhuma.
entretanto o tapete rola
e nós irritamo-nos com a
inevitabilidade, e nos nossos sonhos
dizemos:
-torna-me imortal! torna-me imortal!
eu não vou aguentar deixar de existir!
e é aí que eu entro para sair da
frequência, seduzir-te com os meus
sonhos,
tu não vês como empreendo? e como eu
mais um milhão de sonhadores leva com
ele muitos braços de outros,
acéfalos, na lotaria dos ideais,
descrentes, beijando o número do
bilhete.
mas quero dizer-te que a viagem é tua,
e eu não quero empurrar-te à força para a rua.
se eu falhar eu vou passar de deus a
carrasco, embalsamado e metido dentro
de um frasco,
para te lembrares da mentira, mas a
verdade é que ganhamos sempre.
Manuel Cruz
terça-feira, 25 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Quando o vazio vai, parece que volta um outro tipo de vazio. É como se eu já soubesse que vou ter sempre o mesmo tipo de sensação e que nada vai ser como eu queria que fosse.
Mas hoje sinto que é errado não sentir. Hoje percebo que ignorei aquilo com que não queria lidar, com medo de perder-me outra vez. Hoje sinto raiva, dor, ódio, coisas que na altura não senti. Estou sempre a fugir. Eu não sei sentir.
Mas hoje sinto que é errado não sentir. Hoje percebo que ignorei aquilo com que não queria lidar, com medo de perder-me outra vez. Hoje sinto raiva, dor, ódio, coisas que na altura não senti. Estou sempre a fugir. Eu não sei sentir.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
The Mind
Caterpillar: Who… are… you?
Alice: Why, I.. I.. I hardly know, sir. I’ve changed so many times since this morning, you see and…
Caterpillar: I do not see. Explain yourself.
Alice: I’m afraid I cant explain myself, sir, because I’m not myself, you know.
Caterpillar: I do not know.
Alice: Well, I can’t put it any more clearly for it isn’t clear to me.
Caterpillar: You? Who are you?
Cheshire: That depends on where you are going.
Alice: I don't know.
Cheshire: Then it doesn't matter which way you go.
Alice: Why, I.. I.. I hardly know, sir. I’ve changed so many times since this morning, you see and…
Caterpillar: I do not see. Explain yourself.
Alice: I’m afraid I cant explain myself, sir, because I’m not myself, you know.
Caterpillar: I do not know.
Alice: Well, I can’t put it any more clearly for it isn’t clear to me.
Caterpillar: You? Who are you?
...
Alice: Which way should I go?Cheshire: That depends on where you are going.
Alice: I don't know.
Cheshire: Then it doesn't matter which way you go.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
the good old days
"If you've lost your faith in love and music
Oh the end won't be long
Because if it's gone for you then I too may lose it
And that would be wrong"
terça-feira, 26 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Innocence
"I once had no fears, none at all
And then when I had some
To my surprise I grew to like both
Scared or brave, without them"
quarta-feira, 23 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Without a Trace
"We come to this world desperately,
we die in a fear of being dead.
Who could make up such a cruelty?
I would like to send a message
to the drafter:
Your plan is successfully done,
I’ll disappear without a trace,
I promise."
sábado, 19 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O amor é não haver polícia
"O mundo é grande e em todo o lado se vive. Diz-lhe para
parar aqui, vivemos em caixas de fósforos. Não
sopres."
Subscrever:
Comentários (Atom)
















































